Versão - 1.0.1. O livro que apresentamos Entre o matar e o deixar morrer – implicações entre biopolíticas e bioéticas é o resultado dos trabalhos de pesquisa que envolveram, ao longo de 2025, dois grupos afins: o Biopolíticas e o Raep (Responsabilidade ambiental e ecologia política), ambos vinculados ao Diretório de pesquisas do CNPq e associados, respectivamente, aos Programas de Pós-graduação em Filosofia e em Direito da Universidade de Caxias do Sul. Uma mesma tonalidade anima os dois grupos, os problemas são movidos pelo sentido da urgência ética e política de nosso tempo. Tal sentido pode ser assim expresso: o atual estado da vida está cercado de morte por todos os lados. Se a biopolítica é o governo das formas do viver e do morrer, a ecologia política, investida de responsabilidade ambiental, é uma espécie de autocrítica da biopolítica. A consciência biopolítica convoca a ecologia política, que por sua vez engaja a justiça em tempos de crise climática. Entre o matar e o deixar morrer é uma visão do horizonte biopolítico onde se dá nossa vida comum, submetida aos mais variados dispositivos de regulação, como diz Michel Foucault. É aí que o viver transcorre: entre o matar e o deixar morrer. Como se fosse o espectro cromático da vida. Uma tragédia ambiental, como a das enchentes, ou uma crise global da saúde, como a pandemia, são formas de governar o viver entre o matar e o deixar morrer, da mesma forma como também é um tratamento médico. A medicina é um dos mais eficazes dispositivos regulatórios da vida.
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