O livro sustenta a tese de que a espécie humana 'errada' sobreviveu. Contrapondo a eficácia tecnológica do sapiens à efetividade sustentável do erectus, a obra investiga os custos ocultos da complexidade cognitiva humana. Através de seis unidades argumentativas, o autor demonstra como a anatomia cerebral do sapiens e o desenvolvimento da linguagem simbólica criaram um exílio permanente do presente, resultando em sofrimento psíquico e riscos existenciais que o erectus jamais enfrentou. A análise transita entre a neurobiologia, a linguística e a crítica cultural para diagnosticar a condição hipermoderna como um estágio terminal de uma adaptação evolutiva instável.
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