Como decifrar a complexa teia da dinâmica social, da história, da sociedade e da cultura? Qual seria a abordagem mais apropriada para a compreensão dos fenômenos sociais, que constituem o cerne das ciências humanas? Para alguns pensadores, a resposta reside em analisar “a partir do indivíduo”, enquanto outros defendem que a análise deve partir do “todo”. Desde seu surgimento, as ciências humanas têm se bifurcado entre aqueles que optam pela primeira perspectiva, os adeptos do “individualismo metodológico”, e aqueles que se inclinam para a segunda, defensores do “holismo metodológico”. Desde a década de 1990, um intenso debate tem se estabelecido entre “individualistas” e “holistas”, um diálogo que persiste até os dias atuais. Em determinadas épocas, a concepção holista prevalece, enquanto em outras, a abordagem individualista se destaca. Nildo Viana revisita esse debate desde suas raízes, delineando as características de cada uma dessas concepções e empreendendo uma crítica incisiva de ambas, revelando seus vínculos ideológicos e valorativos, bem como suas limitações metódicas. Todo esse exame é realizado através de uma perspectiva dialética, que propõe uma abordagem metódica alternativa, capaz de transcender tanto o individualismo quanto o holismo.
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